Ao cair da tarde o Sol se punha e manchava de vermelho aquele lugar monótono. Aconchego triste e carente do qual guardava doces lembranças - mas que já não mais completavam aquele espaço seco.
Alex Alado - como de costume - pensava. Na verdade, voava longe.
Não era de hoje que vivia naquela casa e mantinha com ela uma espécie de casamento, uma parceria. Sempre com o olhar vago, perdido, parecia suplicar por direção...
Estava prestes a se despedir, como aquele Sol, e ir pra bem longe onde já não se preocuparia com direcionamento algum.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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